Empresa, patrocinadora do Congresso Internacional de Tintas, falará também sobre a novidade em uma palestra, no dia 23 de setembro
Há muito tempo a procura por extensores de titânio vem sendo estudada em todo o mundo, para que o mesmo seja otimizado dentro das formulações. A redução de custo é um destes motivos, porém sua qualidade original deve ser preservada.
Quando se fala em tintas, os extensores minerais que estão disponíveis no mercado têm bom desempenho em látex fosco. Mas isto não acontece nos acabamentos acetinados e, principalmente, nos semibrilhos, já que o brilho torna-se comprometido.
Pensando nisso, a Itatex desenvolveu um compósito, que considera os fenômenos físicos de reflexão, refração e difração da luz, cuja somatória resulta no poder de cobertura de uma tinta. Outro ponto que foi considerado é o empacotamento de partículas.
Chegou-se, portanto, ao SACA BS, a novidade que a Itatex está apresentando durante a 11ª Exposição Internacional de Fornecedores para Tintas. “O produto permite a otimização das formulações, com melhorias de desempenho e redução de custo, através do uso adequado de minerais”, afirma Luis Manuel Ribeiro Mota, consultor técnico da Itatex e palestrante do 11º Congresso Internacional de Tintas, que acontecerá simultaneamente à Exposição.
Sua conferência será apresentada no dia 23, às 14h10 e discutirá ainda a respeito da separação adequada das partículas de Tio2 e a distribuição granulométrica dos minerais – peças-chave para a obtenção de um ótimo resultado. Além disso, Mota afirma que discorrerá sobre os principais fatores que influenciam a eficiência dos minerais como extensores para o titânio, tais como o tamanho e o empacotamento de partículas, a forma geométrica e a compatibilidade do mineral com o veículo utilizado.
A Itatex está localizada na Rua 3, entre os corredores M e N. |